
You said I began
This messy state of love affair
And I drink too much and smoke too fast
And this city's cleared my innocence
Coffee is pouring out my ears
It's the only thing they have in here
And my heart stops beating
And when it stops it stops
My heart stopped beating
And when it stops it stops
My heart stopped beating
Number three still on my plate
I heard the trains are running late
And I laugh out loud
My life is a mess
I have gone too far
In my lifelessness
Another coffee it's on the house
The poor girl look is on the owners spouse
And my heart stopped beating
And when it stops it stops
My heart stopped beating
And when it stops it stops
My heart stopped beating
Outside your house
To make a scene
In my head you grabbed me passionately
But the lights are out
And in an hour I walked on home
In the pouring shower
Lost my keys in front of me
My neighbor's smile he's handing me
The blackest coffee you will ever see
And my hearts stopped beating
And when it stops it stops
My heart stopped beating
and when it stops it stops
my heart stopped beating
emiliana torrini, heartstopper (fisherman's woman)
29.4.07
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27.4.07
26.4.07
25.4.07

Acontece que me canso de meus pés e de minhas unhas,
do meu cabelo e até da minha sombra.
Acontece que me canso de ser homem.
Todavia, seria delicioso
assustar um notário com um lírio cortado
ou matar uma freira com um soco na orelha.
Seria belo
ir pelas ruas com uma faca verde
e aos gritos até morrer de frio.
Passeio calmamente, com olhos, com sapatos,
com fúria e esquecimento,
passo, atravesso escritórios e lojas ortopédicas,
e pátios onde há roupa pendurada num arame:
cuecas, toalhas e camisas que choram
lentas lágrimas sórdidas.
Pablo Neruda
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freedom is a scary thing. not many people really want it.
laurie anderson, statue of liberty (life on a string)
imagem: lukasz klopotowski
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24.4.07
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21.4.07
Carlos de Oliveira
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19.4.07
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16.4.07
(...)
Miguel Torga
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15.4.07
14.4.07
Poema sobre a recusa
Como é possível perder-te
sem nunca te ter achado
nem na polpa dos meus dedos
se ter formado o afago
sem termos sido a cidade
nem termos rasgado pedras
sem descobrirmos a cor
nem o interior da erva.
Como é possível perder-te
sem nunca te ter achado
minha raiva de ternura
meu ódio de conhecer-te
minha alegria profunda.
Maria Teresa Horta
Imagem: Ima Picó
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13.4.07
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11.4.07
9.4.07
e o teu perfume a transpirar na minha pele. E o corpo
No abrigo da noite, soubeste ser o vento na minha
que era o resto da vida - como um peixe respira
e repeti devagar o teu nome, o nome dos meus sonhos,
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7.4.07
True love will find you in the end
You'll find out just who was your friend
Don't be sad, I know you will
But don't give up until
True love finds you in the end
This is a promise with a catch
Only if you look will it find you
'Cause true love is searching too
But how can it recognize you
Unless you step out into the light?
Don't be said, I know you will
Don't give up until
True love finds you in the end.
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6.4.07
Take it slow
Take it easy on me
Shed some light
Shed some light on things
Take it slow
Take it easy on me
Shed some light
Shed some light on things
My moon, my man, Feist
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5.4.07
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4.4.07
3.4.07
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2.4.07
Para quem ainda não viu...
primeira parte
segunda parte
O poeta dinamarquês, de Torill Kove (com voz de Liv Ullmann)
(falta só uma pequenina parte, entre os dois filmes, em que Ingeborg descobre que Sigrid Undset morreu e decide ir ao seu funeral onde encontrará Kasper Jørgensen ;)
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1.4.07

quero respirar o ar fresco
não só queimar as narinas
mas também os pulmões.
quero chorar de tanto rir
(acho que só uma meia dúzia de vezes chorei a rir),
quero o êxtase nos olhos
e a sensação de queda na barriga,
quero desaparecer e encontrar-me a voar...
quero tanto porque em menos de nada estou a desfalecer e a cair em tristeza,
amargura e frieza profunda.
não há nada de novo aqui,
nem no virar da esquina,
se desistir ninguém vai dar por nada...
por que nada é uma palavra de conceito e definição para algumas pessoas.
e para tudo isto ... pintar o cabelo nada resolve.
acabar por desaparecer com o tempo.
AOG
(obrigada a esta menina por me deixar publicar este doce :)
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29.3.07
Love me love me love me
Say you do
Let me fly away
With you
For my love is like
The wind
And wild is the wind
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28.3.07
Sou uma voz que nasceu na penumbra do vazio.
Estou um pouco ébria e estou crescendo numa pedra.
Não tenho a sabedoria do mel ou a do vinho.
De súbito ergo-me como uma torre de sombra fulgurante.
A minha ebriedade é a da sede e a da chama.
Com esta pequena centelha quero incendiar o silêncio.
O que eu amo não sei. Amo. Amo em total abandono.
Sinto a minha boca dentro das árvores e de uma oculta nascente.
Indecisa e ardente, algo ainda não é flor em mim.
Não estou perdida, estou entre o vento e o olvido.
Quero conhecer a minha nudez e ser o azul da presença.
Não sou a destruição cega nem a esperança impossível.
Sou alguém que espera ser aberto por uma palavra.
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26.3.07
uma vez que já aprendemos a dançar, vamos agora aprender a cantar com este senhor aqui... (por volta do min 1:18 eheh)
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25.3.07
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23.3.07
22.3.07
Virginia Woolf, in As Ondas
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21.3.07
... e pela poesia
Em todas as ruas te encontro
em todas as ruas te perco
conheço tão bem o teu corpo
sonhei tanto a tua figura
que é de olhos fechados que eu ando
a limitar a tua altura
e bebo a água e sorvo o ar
que te atravessou a cintura
tanto tão perto tão real
que o meu corpo se transfigura
e toca o seu próprio elemento
num corpo que já não é seu
num rio que desapareceu
onde um braço teu me procura
Em todas as ruas te encontro
em todas as ruas te perco
Mário Cesariny
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20.3.07
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19.3.07
Como se o Mar apartando-se
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17.3.07

I don't write music for Sony. I write it for the people who are screaming down the road crying to a full-blast stereo (...)
Jeff Buckley
este senhor sabia das coisas...
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We know a place where no planes go
We know a place where no ships go
No cars go!
No cars go!
where we know
We know a place where no spaceships go
We know a place where no subs go
No cars go!
No cars go!
where we know
Us kids know!
No cars go!
Between the click of the light
and the start of the dream.
Between the click of the light
and the start of the dream.
Between the click of the light
and the start of the dream.
arcade fire, no cars go
Imagem: Banksy
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11.3.07

Procura a maravilha.
Onde um beijo sabe a barcos e bruma.
No brilho redondo e jovem dos joelhos.
Na noite inclinada de melancolia.
Procura.
Procura a maravilha.
Eugénio de Andrade
Imagem: Calum Colvin
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10.3.07
7.3.07
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5.3.07
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3.3.07

(...) Vá, vá! Para pôr um termo, tentar pôr um termo, a esta condição, voltei ao banco, ao anoitecer, à hora em que ela costumava vir ter comigo. Não havia sinal dela e esperei em vão. Já era Dezembro, ou até Janeiro, e estava o frio próprio da estação, quer dizer, muito bem, muito certo, perfeito, como tudo o que é próprio da estação. Mas uma coisa é a hora do relógio, e outra a do ar e do céu que mudam, e outra ainda a do coração.
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2.3.07
Embalados no dia
Colhendo as algas roxas e os corais
Que na praia deixou a maré cheia.
As palavras que disseres e que eu disser
Serão somente as palavras que há nas coisas
Virás comigo desumanamente
Como vêm as ondas com o vento.
O belo dia liso como um linho
Interminável será sem um defeito
Cheio de imagens e conhecimento.
Sophia de Mello Breyner Andresen
in Antologia Mar
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